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O impacto da transformação digital na carreira dos profissionais de TI

O impacto da transformação digital na carreira dos profissionais de TI

by 31 de agosto de 2017 0 comments

* Por Eduardo Borba

A ado√ß√£o da transforma√ß√£o digital pelas empresas, baseada na melhor experi√™ncia do cliente, trouxe um impacto na carreira dos profissionais de Tecnologia da Informa√ß√£o (TI). A tend√™ncia do digital veio para atender um novo perfil de cliente, mais imediatista e din√Ęmico e que, portanto, exige um atendimento mais √°gil e customizado, impactando inclusive naquele que o atende.

Em outras palavras, a din√Ęmica, que antes conduzida com entregas de longo prazo, hoje precisa dar lugar a entregas √°geis e que atendam rapidamente a demanda de inova√ß√£o do mercado. E como o profissional deve se preparar para atender este novo perfil de consumo?

Neste primeiro artigo da s√©rie, a proposta √© mostrar que o cen√°rio est√° mudando ano a ano e com certa dificuldade de previsibilidade, pois a inova√ß√£o tem a caracter√≠stica de c√≠rculos mais curtos. Levando em considera√ß√£o este estigma, os profissionais devem buscar especializa√ß√£o de curta dura√ß√£o que abordem novas capacidades e tecnologias. √Č diferente da forma√ß√£o que est√°vamos acostumados no s√©culo XX. Hoje, uma especializa√ß√£o de dois anos j√° corre o risco de se tornar obsoleta antes mesmo de sua conclus√£o, impedindo o profissional de test√°-la no mercado de trabalho.

A exemplo das metodologias de desenvolvimento atuais, como o √Āgile, no qual o desenvolvimento √© realizado por etapas e testado constantemente, o profissional tamb√©m deve buscar qualifica√ß√Ķes curtas e constantes para atender rapidamente a demanda vigente no momento, ou seja, √© preciso estar adaptado ao mercado de trabalho e preparado para atender a demanda do cliente.

Ou seja, não é preciso deixar de lado seu conhecimento adquirido ao longo dos anos, mas somar a essa bagagem as necessidades do negócio atendido. Por exemplo, um arquiteto deve unir sua experiência na criação de uma maquete física para transformá-la numa versão virtual.

E o profissional de TI? Esse deve se inteirar das demandas dos segmentos em que atua para buscar a especialização rapidamente. Quem não se requalificar, não conseguirá se manter no mercado. E, qual a responsabilidade das empresas nessa jornada de transformação em ritmo acelerado?

A maioria das empresas toma decis√Ķes com base no ROI, mas no caso da inova√ß√£o, fica dif√≠cil quantificar o retorno sobre o investimento e, por isso, acabam deixando o tema apenas na agenda. Por√©m, uma boa sa√≠da √© criar grupos de discuss√£o para promover programas de transforma√ß√£o digital e, posteriormente, coloc√°-los em pr√°tica.

Humanização e customização
Quando se fala em transforma√ß√£o digital, todos pensam na tecnologia em si, mas se esquecem do impacto que ela traz na vida das pessoas. Mais do que nunca, estamos vendo um cen√°rio de humaniza√ß√£o e customiza√ß√£o da tecnologia, no qual o usu√°rio pode se sentir √ļnico. A experi√™ncia do usu√°rio mudou e isso exige novos perfis profissionais de atendimento.

A academia ainda tem seu papel nas especializa√ß√Ķes, mas as circunst√Ęncias exigem que elas sejam aprimoradas constante e rapidamente, enquanto as empresas discutem e as testam para melhorar a experi√™ncia do usu√°rio. Quem vem nessa jornada? Juntos, academia, empresas e profissionais podem construir e prover uma experi√™ncia √ļnica para essa gera√ß√£o t√£o exigente e sob demanda. O tema √© complexo e merece novas discuss√Ķes que ser√£o abordadas em outros artigos que tratam do tema. At√© l√°!

* presidente da SONDA

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