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Nuvem híbrida tem preferência global

Nuvem híbrida tem preferência global

by 16 de março de 2015 0 comments

Como não poderia ser diferente, a maior preocupação global é com os gastos em TI, com a tecnologia sendo um grande suporte ao crescimento dos negócios e funcionando como intermediária/corretora de serviços sob demanda. Um cenário que motiva o interesse dos profissionais de TI por nuvem, e especialmente pelas híbridas.

É o que comprova estudo global com 10.451 tomadores de decisões de TI em empresas de mais de 33 países, conduzido pela Vanson Bourne e patrocinado pela EMC, tirou uma “fotografia do sentimento” de 10 mil profissionais de TI de todo o mundo diante do uso da tecnologia da informação e da plataforma da nuvem.

A crescente importância das nuvens híbridas e da automação é notada em números da pesquisa. A adoção de nuvens híbridas cresceu 9% desde 2013, com 27% dos projetos totais, sendo a taxa mais alta é na região da Europa, Oriente Médio e África (EMEA) (28%), seguida da América Latina (24%) e Ásia-Pacífico e Japão (24%).

Aproximadamente dois terços dos entrevistados globais (64%) disseram que as nuvens híbridas são necessárias graças à agilidade e a segurança que elas oferecem. Mais de 70% acreditam que a crescente automação da sua infraestrutura ser fundamental para o crescimento dos negócios.

“A área de TI das empresas continua sob forte pressão para melhorar a qualidade dos serviços ao mesmo tempo em que reduz custos. Como resultado, as empresas estão evoluindo em direção a níveis mais avançados de infraestrutura de TI, impulsionadas por inovações como nuvens híbridas. Esperamos que essa adoção continue em 2015, conforme as empresas procuram serviços mais ágeis, simples e seguros”, diz Jeremy Burton, de Produtos e Marketing da EMC Corporation.

Nuvem pública
Por outro lado, as nuvens públicas geram uma impressão mais crítica na pesquisa. Enquanto as organizações se movem cada vez mais online, apenas 16% dos entrevistados estariam dispostos a hospedar qualquer aplicação em uma nuvem pública.

A lista de aplicações, que a maioria dos entrevistados não estaria disposta a colocar em nuvens públicas, inclui planejamento financeiro (39%), gestão de capital humano (35%) e sistema integrado de gestão empresarial (ERP) (32%).

No geral, os mercados desenvolvidos lideram a corrida pela adoção de nuvens, enquanto os países emergentes parecem ter mais aversão ao risco, com menores níveis de penetração das nuvens em geral.

Entretanto, são os emergentes que têm uma visão mais positiva do departamento de TI e das nuvens híbridas – 79% dizem esperar uma grande vantagem competitiva a partir de megatendências como nuvem, mobile, social e Big Data (contra 75% nos países desenvolvidos) e 67% acham que combinar nuvens públicas e privadas vai melhorar sua segurança e agilidade – são 60% nos países desenvolvidos.

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