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Ericsson investe em pesquisas para 5G com universidades

Ericsson investe em pesquisas para 5G com universidades

by 27 de março de 2015 0 comments

A Ericsson anuncia novas parcerias com as universidades King’s College London, na Inglaterra, e Technische Universität Dresden (TU Dresden), na Alemanha. Os esforços conjuntos focarão na pesquisa do 5G, abordando as implicações técnicas e os desafios sociais da implementação dessa tecnologia.

A união com as universidades terá como base outras pesquisas europeias na esfera do 5G, como as realizadas pela Royal Institute of Technology, pela Chalmers University of Technology e pela Lund University, todas sediadas na Suécia.

Valter D’Avino, diretor da Ericsson para Europa Central e Ocidental, diz que as parcerias com a King’s College e a TU Dresden vão impulsionar a dinâmica em relação às cidades inteligentes, a Internet das Coisas (IoT) e as indústrias desenvolvidas e conectadas com o 5G no Reino Unido e na Alemanha.

“Elas reforçam o compromisso constante da Ericsson para inovar na Europa e desenvolver o 5G com parceiros relevantes como base de uma sociedade conectada e de economias digitalizadas nas próximas décadas”, completa.

A Ericsson também lidera o projeto Mobile and Wireless Communications Enablers for Twenty-twenty Information Society (METTIS) na União Europeia, e a parceria 5G Infrastructure Public-Private Partnership (5G PPP), na qual fornecedores, operadoras, agentes de diversas indústrias, serviços públicos e setores de automação estão trabalhando juntos.

Em solo nacional
No Brasil, a companhia e a Universidade Federal do Ceará (UFC) estão juntas em projetos de pesquisa em 5G desde 2012, com três projetos em andamento. Os principais pontos das pesquisas são as novas faixas de espectro (chamadas “ondas milimétricas”, acima de 10 GHz e até 60 GHz ou mais), sistemas com alta densidade de antenas, gerenciamento de interferências, comunicação entre dispositivos e utilização de small cells no conceito de Redes Heterogêneas.

De acordo com a Ericsson, o 5G deve ser lançado comercialmente em 2020, ano em que a companhia acredita que haverá até 50 bilhões de dispositivos conectados no mundo, sobretudo na comunicação entre máquinas. Na avaliação da empresa, as redes 5G permitirão uma grande variedade de usos, como serviços avançados de banda larga móvel, uma série de comunicações entre máquinas e distribuição de mídia. Esses serviços vão exigir diversos requisitos sobre o desempenho das redes.

 

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