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A tecnologia por trás das fintechs e bancos

A tecnologia por trás das fintechs e bancos

by 8 de julho de 2016 0 comments

Nunca se falou tanto nas fintechs – as startups de serviços financeiros – que acolhem consumidores cansados da estrutura tradicional e engessada dos bancos, com propostas mais rápidas e ágeis de serviços financeiros. Sejam elas meios de pagamentos, cartões pré-pagos, cartões de crédito, plataformas de empréstimos, ou sistemas pessoais de organização financeira, as Fintechs estão abocanhando clientes e obrigando os bancos a acelerarem no quesito inovação.

O que há por trás disso é pura tecnologia: todos esses novos sistemas giram em torno dos dados dos clientes das instituições financeiras. Dados que são cruzados, organizados e usados com diferentes objetivos.

A chave da inovação está na integração das APIs (Application Programming Interface) de bancos e de Fintechs, para que a utilização das informações seja direcionada da maneira mais útil possível para o consumidor. “Os bancos têm a informação e a fornecem para as fintechs, que a utilizam para seus criativos e novos objetivos, mas os bancos têm essa informação, e poderiam oferecer diferentes soluções internamente, assim como as startups têm feito”, explica Eduardo Prillwitz, sócio fundador da Prill Tecnologia, empresa carioca de integração de sistemas que atua justamente nessa parte. A Prill, por exemplo, é capaz de afinar a comunicação entre um App de banco e o sistema interno do banco, de forma que o cliente já não precisa de senha para acessar funções do aplicativo.

Informação e segurança
Alguns bancos já têm iniciativas de APIs mais completas, que cadastram desenvolvedores de apps e plataformas, e os permitem acessar dados para que criem soluções em nome da instituição. Assim como podem afinar a qualidade do mobile banking e internet banking, de forma a torná-las cada vez mais independentes da instituição – oferecendo ao cliente tudo que as Fintechs oferecem: facilidade e interfaces mais modernas.

Quando um app recebe uma informação (de dados fornecidos por bancos), o negócio principal da empresa é fazer algo inteligente com isso. Enquanto o banco tem que expor a informação, de forma conveniente ao cliente da forma mais segura possível, com todas as garantias de segurança.

“Os bancos precisam encontrar uma forma de se reinventarem e se reorientarem para se tornarem plataformas que façam uso dos dados que coletam”, diz Eduardo. “Essa corrida ainda tem muito pela frente, já que os bancos podem investir em APIs, criando soluções tão inovadoras, rápidas e úteis como as fintechs têm criado.

 

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