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Pentágono acelera gastos com internet das coisas

Pentágono acelera gastos com internet das coisas

by 27 de maio de 2016 0 comments

Há uma prática comum no mercado de tecnologia, se em algum momento surge uma dúvida sobre uma tendência tecnológica ser efetivamente boa para trazer resultados, basta olhar se o exército americano esta apostando nela. Funcionou para internet, bancos de dados relacionais, sistemas de gestão, supply chain e quase tudo que se possa imaginar em termos de TI. Seguindo essa lógica, é melhor acabar as dúvidas sobre a internet das coisas (IoT).

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos está apostando firme na IoT. Entre 2001 e 2015 os gastos dispararam com sensores e coletores de dados que podem ser embarcados em máquinas e materiais. Nesse período, o investimento foi de menos de 10% do destinado à TI para 18%. Em quantia de dinheiro, considerando-se o aumento do orçamento, a quantidade impressiona ainda mais. Saltou de US$ 578 milhões para US$ 1,6 bi, de acordo com levantamento da boletim Govini, especializado em tecnologia para governo.

Os gastos são considerados motivos de otimismo no mercado americano, já que mostram que a IoT é de fato promissora. Mas o boletim da Govini alerta que mais empresas e instituições acadêmicas deveriam fazer parte dos projetos do Pentágono para incentivar a internet das coisas para fins civis.

Os investimentos envolvem uma série de dispositivos sem fio, armazenamento em nuvem e softwares que fazem a rede de sensores da IoT funcionar. As agências de defesa dos Estados Unidos responderam por 88% dos gastos com esses materiais no período de 2011 para 2015. Boa parte disso veio de projetos da Força Aérea americana com o uso de IoT em munições e expansão dos sistemas de rastreamento e drones de guerra.

Uso civil
Grandes empresas do ramo tecnológico que sempre tiveram contratos entre os militares estão lucrando algo, como Raytheon e Lockheed Martin. Mas o relatório Govini para internet das coisas alerta que, por ser uma tecnologia nova, há muito espaço para pequenos e médios fornecedores entrarem como novos parceiros da Defesa Americana. A abertura do leque de empresas favoreceria a criação de um mercado sólido na economia. Edifícios, fábricas e cidades poderiam ganhar muito com a internet das coisas.

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