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Convergência com tecnologia mudará setor automotivo para sempre

Convergência com tecnologia mudará setor automotivo para sempre

by 31 de março de 2016 0 comments

A DHL, empresa de logística, acredita que a centenária forma de fazer negócios na indústria automotiva chegou ao fim diante da convergência revolucionária com o setor de tecnologia. O novo paso vai transformar a maneira como o setor automotivo gerencia suas operações da cadeia de abastecimento. A composição cada vez mais altamente tecnológica dos veículos, impulsionada pela crescente expectativa dos consumidores por inovações de produtos, está acelerando essa convergência entre os dois setores.

O cenário está descrito no documento técnico intitulado “The Quiet Revolution: Convergence and the Future Automotive Supply Chain” (“A revolução silenciosa: convergência e a cadeia de abastecimento automotiva do futuro”) assinado por Lisa Harrington, Presidente da lharrington group LLC, e encomendado pela DHL para identificar os desafios e as oportunidades que se colocam diante do setor automotivo em todo o mundo.

A convergência para um possível supersetor unificado está interligada com a ascensão do megafornecedor global, uma vez que 82% dos componentes utilizados pelos fabricantes automotivos são atualmente providos por tais fornecedores. Este aumento da dependência, comparado com meros 56% há trinta anos, muda a hierarquia dos players da indústria, distanciando-se da base tradicional de poder dos fabricantes de equipamentos originais (Original Equipment Manufacturers – OEMs). Agora, a indústria automotiva exige um nível superior de padronização, visibilidade e gestão de riscos nas operações da cadeia de fornecimento para manter sua vantagem competitiva.

Lisa Harrington, presidente da lharrington group LLC, disse: “As formas tradicionais de se fazer negócios na indústria automotiva chegaram ao fim. Acabaram-se os dias de operações isoladas em silos na indústria, quando um OEM possuía uma base de fornecedores exclusivamente de dentro da indústria automotiva”. Em média, atualmente, os veículos de tamanho médio têm entre 40 e 50 sistemas acionados por microprocessadores, que requerem mais de 20 milhões de linhas de código. Em contrapartida, um Boeing 787 requer menos que 15 milhões de linhas de código.

“Isso demonstra o quão intrinsecamente ligadas – e, portanto, dependentes – tornaram-se essas duas indústrias”, observa Harrington. “Enquanto os consumidores desfrutam de carros cada vez mais inteligentes e repletos de recursos tecnológicos, os fabricantes precisam enfrentar o desafio de…[LEIA MAIS]

 

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