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Cidades e agronegócio inteligentes devem impulsionar Internet das Coisas

Cidades e agronegócio inteligentes devem impulsionar Internet das Coisas

by 11 de agosto de 2017 0 comments

A internet das coisas (IoT) está no foco do mercado de telecomunicações. Operadoras e empresas diversas que atuam no setor esperam ter um impulso de crescimento e uma onda de inovações com o poder de conexão e transmissão de dados chegando a objetos diversos de forma inédita. E as cidades inteligentes e o agronegócio inteligente devem ser as molas propulsoras dessa nova onda.

Em uma pesquisa com mais de 2000 entrevistados do mercado de telecomunicações, como executivos, consultores, entidades públicas e analistas de mercado, a Amdocs detectou que 29% dos entrevistados acredita que as Smart Cities são o segmento com o maior potencial de crescimento no país. Em segundo lugar aparece o agronegócio inteligente, com 23% das respostas.

Para quase 30% dos entrevistados, o papel das operadoras será atuar como plataforma neste mercado. Na verdade, a maioria delas já atua dessa maneira e o grande desafio será se concentrar em uma determinada indústria/vertical. “Muitas operadoras ainda estão focadas em compreender e analisar as oportunidades de crescimento e, neste momento, não há rota correta a seguir”, diz Renato Osato, VP e CBE da Amdocs para as regiões América Latina e Caribe.

“A Internet das Coisas tem muitos ângulos (novos processos, tipos de tecnologia, protocolos, etc.) desde a fabricação de chips até monitoramento e infraestrutura, e as operadoras ainda não estão 100% preparadas para participar de todas essas etapas”, continua o executivo.

Quando perguntados sobre os segmentos com maior potencial para um envolvimento mais ativo das operadoras, as Smart Cities também foram as mencionadas com mais frequência, chegando a 45% das respostas. De acordo com Eduardo Tude, presidente da Teleco, parceira no estudo, isso se deve ao interesse em investir e desenvolver soluções IoT para a sociedade como um todo.

Segurança
Em relação à segurança, quase 79% dos entrevistados acreditam que as redes das operadoras ainda não estão preparadas para atender aos requisitos de segurança da IoT.

A pesquisa conclui que as soluções para o IoT têm amplas possibilidades e envolvem vários players no mercado. Neste momento, as operadoras estão buscando um plano de ação que vá além da conectividade neste ecossistema e que as permita se desenvolver como uma plataforma, para isso, a criação de uma rede de parceiros parece ser a fórmula que melhor permite que as operadoras ocupem um lugar de privilégio na cadeia de valores da Internet das Coisas.

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